Mais do que um bom mestre
A maioria das pessoas aceita chamar Jesus de bom mestre. Mas Jesus não deixou essa opção em aberto. Ele afirmou ser Deus — não um deus, não divino, mas o próprio Deus. 'Eu e o Pai somos um' (João 10:30).
C.S. Lewis colocou a questão de forma simples: um homem que disse o tipo de coisas que Jesus disse não seria um grande mestre de moral. Seria um lunático, um mentiroso, ou seria exatamente quem afirmou ser — o Senhor.
As pessoas que O ouviram entenderam perfeitamente o que Ele estava a afirmar. Pegaram em pedras para O matar por blasfémia. Não se apedreja alguém por dizer 'sede bondosos para o vosso próximo.'
Se Jesus afirmou ser Deus, quais são as únicas opções lógicas?
“Eu e o Pai somos um.”
João 10:30
O Verbo feito carne
O Evangelho de João começa com uma afirmação extraordinária: 'No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.' E depois: 'E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós.'
Antes de Belém, antes da manjedoura, antes de Maria — Jesus existia eternamente como Deus. Não foi criado. Foi o Criador que entrou na Sua própria criação. As mãos que moldaram o universo deixaram-se pregar numa cruz.
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”
João 1:14
O que Ele fez
Jesus viveu a única vida sem pecado da história da humanidade. Curou doentes, deu vista aos cegos e ressuscitou mortos. Tinha autoridade sobre a natureza, as doenças, os demónios e a própria morte.
Mas Ele não veio principalmente para curar ou ensinar. Veio para morrer. Disse repetidamente aos Seus discípulos que seria entregue, crucificado e que ressuscitaria ao terceiro dia. A Sua morte não foi um acidente nem uma tragédia — foi o plano desde o princípio.
“Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas fez a si mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;”
Filipenses 2:6-7
Porque é que isto importa para ti
Se Jesus é quem disse ser — Deus em carne — então tudo o que Ele disse carrega o peso da autoridade divina. Quando disse 'Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim,' não estava a oferecer uma opção entre muitas. Estava a afirmar um facto.
Se Ele ressuscitou dos mortos (e as evidências são convincentes), então as Suas afirmações estão validadas. A morte não O conseguiu reter. E se a morte não O conseguiu reter, então a Sua promessa de vida eterna a todos os que confiam n'Ele não é um desejo piedoso — é a promessa mais fiável alguma vez feita.
Se Jesus verdadeiramente ressuscitou dos mortos, o que significa isso sobre as Suas afirmações?
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”
João 14:6
Jesus afirmou mesmo ser Deus?
Sim, sem rodeios. Disse: 'Eu e o Pai somos um,' e quem O ouviu entendeu perfeitamente o que Ele queria dizer: pegaram em pedras para O matar por blasfémia. Ninguém apedreja alguém por dizer 'sede bondosos para o vosso próximo.' C. S. Lewis argumentou que essa afirmação só deixa três opções: Jesus era um lunático, um mentiroso, ou era exactamente quem disse ser — o Senhor.
Jesus foi apenas um bom mestre moral?
Não, pelas Suas próprias palavras. Um mestre apenas bom não afirma existência eterna nem autoridade divina. O Evangelho de João começa por chamar a Jesus o Verbo que 'estava com Deus, e era Deus' antes de Se fazer carne entre nós. Viveu uma vida sem pecado, curou doentes e ressuscitou mortos — provas de que não estava a dar conselhos, mas a revelar quem é.
Porque importa se Jesus ressuscitou dos mortos?
Se Jesus ressuscitou, as Suas afirmações ficam validadas — a morte não O conseguiu reter, e Ele tinha dito de antemão aos discípulos que seria crucificado e ressuscitaria ao terceiro dia. Isso significa que as Suas palavras têm autoridade divina, incluindo a afirmação de ser o único caminho até ao Pai. A promessa de vida eterna a quem confia n'Ele assenta numa ressurreição, não num desejo piedoso.